quarta-feira, novembro 02, 2011
Combata as dores de cabeça com boa alimentação e exercícios físicos
A dor de cabeça é um problema comum que atinge homens e mulheres de todas as idades. Não é a toa que a Sociedade Internacional de Cefaléia reconhece mais de 150 tipos de dor de cabeça. Suas causas? Podem ser problemas estruturais, metabólicos, tóxicos, infecciosos. Outras são identificadas como consequências de lesões ou alterações no organismo como sinusites, tumores ou problemas na coluna.
Se você sofre desse mal, sabe o quanto ele é incômodo, veja algumas dicas de especialistas que podem fazer diferença na sua saúde.
É importante lembrar que algumas dores de cabeça têm uma causa tratável. Existem casos em que o exercício físico é a solução para mandar a dor de cabeça para o espaço. Problemas posturais, tensionais (estresse) e circulatórios são causadores de dores constantes e após uma avaliação médica, é orientado o melhor tratamento para o paciente. As combinações de atividades leves com o aeróbico estimulam a circulação sanguínea e são importantíssimas para amenizar as crises de dor.
E não é só para acabar com a dor de cabeça que o exercício físico é um aliado. Outro grande vilão da dor constante são os problemas de coluna, causados pela má postura. Seções diárias de alongamento e fortalecimento muscular podem resolver ou minimizar o incômodo.
O efeito é simples: quando o nosso corpo está em movimento, ele produz endorfina, que cai na circulação sanguínea e atua como uma morfina natural. Essa substância colabora com o fim de muitas dores que incomodam no dia a dia. É importante escolher uma atividade que se enquadre ao seu estilo de vida, mas lembre-se de contar com a orientação de um especialista. Assim, você garante bons resultados e evita dores desnecessárias por falta de orientação.
Alimentação
Você já reparou que quando ficamos horas sem nos alimentar surge aquela dorzinha de cabeça chata? Isso acontece porque ocorrem crises de hipoglicemia que podem desencadear as fortes dores de cabeça. A dica é simples: coma a cada três horas, mantenha uma alimentação rica em fibras, e não esqueça de beber muita água.
Consumo de alimentos alergênicos e ricos em substâncias tóxicas (refrigerantes, alimentos industrializados ricos em corantes e conservantes) e o excesso de cafeína e deficiências nutricionais de vitaminas e minerais são pontos que devem ser investigados para evitar e eliminar as dores de cabeça.
Sempre que possível, faça um ‘check up’ para monitorar como anda a sua saúde. Com essa combinação de cuidados com o organismo, alimentação e um ótimo programa de exercícios diários, os resultados podem ser positivos.
Moda festa: crochê
O crochê está em alta nessa temporada de calor e além de ser hit para a moda urbana, também entra em cena para moda festa e desbanca a renda em ambas as ocasiões.
Essa tendência retrô é atual e clássica e pode ser aposta da mulher que tem um estilo mais romântico. Marcas internacionais como Emilio Pucci e Oscar de la Renta investiram na moda do crôche em peças para festas e eventos mais formais.
Nessa estação, substitua a renda pelo crochê em itens de moda festa. As peças de crochê para esses eventos são sofisticadas, românticas e delicadas.
Para aderir a moda com estilo e elegância, aposte em itens neutros (preto, branco, beges, nudes) como longos, saia longa e blusa, saia longa e top curto, vestidos mídi size, vestidos mullets, peças com cintura marcada e saia ampla (com silhueta anos 50).
Para modernizar e deixar seu visual mais moderno e elegante, opte por peças em tecidos sofisticados como tafetá, seda pura e gabardine e mescle com peças de crochê em tons neutros como os looks vistos no desfile da marca Oscar de la Renta.
Nos pés, aposte em sapatos mais minimalistas como sandálias finas, scarpin ou peep toes.
Emilio Pucci verão 2012. Aposte em looks neutros para moda festa
Emilio Pucci verão 2012
Oscar de la Renta verão 2012. Para um look mais moderno opte por saia de tecido sofisticado com cor e blusa de crochê em tom neutro
Oscar de la Renta verão 2012
Oscar de la Renta verão 2012
Oscar de la Renta verão 2012
Oscar de la Renta verão 2012
Emilio Pucci verão 2012. Aposte em vestido mullet com a textura tátil e visual
domingo, outubro 30, 2011
Glee canta: "Last Friday Night"
Em Novembro será exibido nos EUA o novo episódio da série "Glee", intitulado "Pot O' Gold". No episódio, o elenco irá performar versões para Adele, Christina Aguilera e outros nomes, incluindo a dançante "Last Friday Night (T.G.I.F.)", que já teve seu video revelado. Assista:
Comprovado: salto de até 5 cm são benéficos
Equilibrar saúde e elegância no salto alto é uma tarefa assumida diariamente por grande parte das mulheres, assim que deixam as pantufas ao lado da cama.
Em cima de um salto, as mulheres não abandonam os centímetros extras propiciados pelo calçado nem quando estam de jaleco atendendo pacientes. A experiência diária dá a elas uma série de estrategias para aliviar o impacto, todas na ponta da língua algumas.
Para deleite das mulheres, alguns estudos mostram que o sapato de salto alto traz benefícios à circulação e também fortalece a musculatura da região genital feminina. Apesar destes benefícios, é importante ficar alerta: não vale recorrer à técnicas sem comprovação científica para amenizar as dores e nem negligenciar os vasinhos e outros sinais de que os pés estão sendo exigidos em excesso.
O cirurgião vascular José Potério Filho fez com que suas pacientes andassem na esteira de salto alto e, assim, chegou ao tamanho ideal de salto. No “estudo de marcha”, ele concluiu que saltos de até 5 centímetros ajudam a bombear mais sangue e a diminuir a pressão nas pernas.
Mas isso não vale para as pessoas que tem o joelho em X ou pé chato. Para quem não tem estes problemas, não há contraindicação e o uso é até indicado.
Além do tamanho, é preciso dar atenção à estabilidade. O salto muito fino facilita os entorses e os desequilíbrios (quedas), por isso não é indicado.
Um dos sinais de que a mulher não está adaptada ao sapato que usa é a postura. Se estiver com o tronco muito para frente e com a lombar muito curva (bumbum empinado), é indício de que está fazendo muito mais esforço para caminhar.
Por isso, os homens – caso usassem – teriam mais dificuldades com o sapato. A estrutura física deles é diferente. A coluna é mais rígida e a lombar menor.
Dica na prática: Algumas vezes é preciso “sacrificar os dedinhos em favor da moda.” Para diminuir os efeitos nocivos do uso, prestar atenção ao tamanho do sapato pode aliviar os prejuízos. E nem sempre o truque está na altura do salto.
É muito importante observar se o calçado serve direito. Geralmente um pé é maior que o outro. O ideal é comprar o número que calça o maior pé e adaptar o outro com um palmilha.
Fortalecimento muscular
Além de ajudar na circulação sanguínea – desde que respeitados a altura e o formato dos saltos – uma pesquisa italiana afirmou que o uso também favorece o fortalecimento da musculatura pélvica feminina, o que pode prevenir problemas como incontinência urinária e também facilitar o caminho até uma vida sexual mais satisfatória.
Maria Cerruto, urologista da Itália, afirmou à BBC de Londres que avaliou 66 mulheres com menos de 50 anos e concluiu que as que passavam algumas horas por dia com os pés inclinados – como se estivessem em cima de um salto de 5cm – ficavam com os músculos pélvicos em posição ideal e com maior capacidade de contração.
A pesquisadora reforçou que a técnica não pode ser usada como terapia para quem tem pouco tônus muscular na região – para isso existe fisioterapia específica – têm alguma queixa na vida sexual, mas que traz um dado positivo para as adoradoras de salto.
Botox como anestésico?
Para definir um sapato como perigoso ou não, as mulheres costumam olhar o tamanho do salto – o que, de fato, é uma dica válida – mas não se pode esquecer do bico do calçado.
Mais do que um salto fino, o que ameaça a estabilidade é o bico fino. Quando o pé fica em forma de triângulo, a pressão aumenta e o equilíbrio diminui. Isto dificulta a articulação do tornozelo e também da musculatura da perna.
Justamente os sapatos que mais transformam os pés em triângulos são os elegantes scarpins, modelo preferido dos tapetes vermelhos, das passarelas, das atrizes e das que querem estar com tudo em cima nas festas e reuniões. E, em nome disso, algumas clínicas têm oferecido tratamentos preventivos às dores do salto.
Segundo a imprensa norte-americana, para tentar driblar as queixas, as mulheres dos Estados Unidos estão procurando as clínicas de estética para aplicar botox no calcanhar, tornozelo e peito do pé.
De acordo com o que descreveram os coordenadores da clínica Birkdale ao periódico Daily Maily, o procedimento consiste em aplicar as toxina botulínica para proteger da dor os nervos dos membros inferiores.
Em território brasileiro, informou a Allergan – fabricante do botox –, não há informação sobre o uso da toxina para este fim. O laboratório afirmou ainda que não há, por ora, comprovação científica do medicamento para esta finalidade.
Varizes, dores e meias
Um trabalho feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – ao acompanhar 10 mulheres – associou o uso constante de sapatos de salto ao desenvolvimento de joanetes e dores no corpo (em médio e longo prazo). Os sintomas doloridos são mais frequentes em quem já tem problemas vasculares e não procura ajuda.
O sapato de salto não vai provocar varizes ou vasinhos. Quem tem estes problemas não precisa parar de usar salto. Deve, sim, procurar o médico para solucioná-los.
Ficar muito tempo sentado, muito tempo em pé, no trabalho e trânsito prejudicam a circulação. Então, além do salto, o ideal seria usar as meias elásticas.
Dicas e alternativas: Enquanto a indústria não encontra uma forma medicamentosa para proteger as mulheres das dores causadas pelos saltos altíssimos e pelos bicos finos – e também enquanto o trânsito e as horas de trabalho não dão trégua: hoje existem opções mais confortáveis como sapatos de plataforma e também os saltos meia pata, que ajudam a compensar a altura do salto e facilitar a vida de quem que usar salto, mas não tem o costume.
Vale ressaltar que é perfeitamente possível estar elegante com calçados baixos como sapatilhas e rasteiras.
Em cima de um salto, as mulheres não abandonam os centímetros extras propiciados pelo calçado nem quando estam de jaleco atendendo pacientes. A experiência diária dá a elas uma série de estrategias para aliviar o impacto, todas na ponta da língua algumas.
Para deleite das mulheres, alguns estudos mostram que o sapato de salto alto traz benefícios à circulação e também fortalece a musculatura da região genital feminina. Apesar destes benefícios, é importante ficar alerta: não vale recorrer à técnicas sem comprovação científica para amenizar as dores e nem negligenciar os vasinhos e outros sinais de que os pés estão sendo exigidos em excesso.
O cirurgião vascular José Potério Filho fez com que suas pacientes andassem na esteira de salto alto e, assim, chegou ao tamanho ideal de salto. No “estudo de marcha”, ele concluiu que saltos de até 5 centímetros ajudam a bombear mais sangue e a diminuir a pressão nas pernas.
Mas isso não vale para as pessoas que tem o joelho em X ou pé chato. Para quem não tem estes problemas, não há contraindicação e o uso é até indicado.
Além do tamanho, é preciso dar atenção à estabilidade. O salto muito fino facilita os entorses e os desequilíbrios (quedas), por isso não é indicado.
Um dos sinais de que a mulher não está adaptada ao sapato que usa é a postura. Se estiver com o tronco muito para frente e com a lombar muito curva (bumbum empinado), é indício de que está fazendo muito mais esforço para caminhar.
Por isso, os homens – caso usassem – teriam mais dificuldades com o sapato. A estrutura física deles é diferente. A coluna é mais rígida e a lombar menor.
Dica na prática: Algumas vezes é preciso “sacrificar os dedinhos em favor da moda.” Para diminuir os efeitos nocivos do uso, prestar atenção ao tamanho do sapato pode aliviar os prejuízos. E nem sempre o truque está na altura do salto.
É muito importante observar se o calçado serve direito. Geralmente um pé é maior que o outro. O ideal é comprar o número que calça o maior pé e adaptar o outro com um palmilha.
Fortalecimento muscular
Além de ajudar na circulação sanguínea – desde que respeitados a altura e o formato dos saltos – uma pesquisa italiana afirmou que o uso também favorece o fortalecimento da musculatura pélvica feminina, o que pode prevenir problemas como incontinência urinária e também facilitar o caminho até uma vida sexual mais satisfatória.
Maria Cerruto, urologista da Itália, afirmou à BBC de Londres que avaliou 66 mulheres com menos de 50 anos e concluiu que as que passavam algumas horas por dia com os pés inclinados – como se estivessem em cima de um salto de 5cm – ficavam com os músculos pélvicos em posição ideal e com maior capacidade de contração.
A pesquisadora reforçou que a técnica não pode ser usada como terapia para quem tem pouco tônus muscular na região – para isso existe fisioterapia específica – têm alguma queixa na vida sexual, mas que traz um dado positivo para as adoradoras de salto.
Botox como anestésico?
Para definir um sapato como perigoso ou não, as mulheres costumam olhar o tamanho do salto – o que, de fato, é uma dica válida – mas não se pode esquecer do bico do calçado.
Mais do que um salto fino, o que ameaça a estabilidade é o bico fino. Quando o pé fica em forma de triângulo, a pressão aumenta e o equilíbrio diminui. Isto dificulta a articulação do tornozelo e também da musculatura da perna.
Justamente os sapatos que mais transformam os pés em triângulos são os elegantes scarpins, modelo preferido dos tapetes vermelhos, das passarelas, das atrizes e das que querem estar com tudo em cima nas festas e reuniões. E, em nome disso, algumas clínicas têm oferecido tratamentos preventivos às dores do salto.
Segundo a imprensa norte-americana, para tentar driblar as queixas, as mulheres dos Estados Unidos estão procurando as clínicas de estética para aplicar botox no calcanhar, tornozelo e peito do pé.
De acordo com o que descreveram os coordenadores da clínica Birkdale ao periódico Daily Maily, o procedimento consiste em aplicar as toxina botulínica para proteger da dor os nervos dos membros inferiores.
Em território brasileiro, informou a Allergan – fabricante do botox –, não há informação sobre o uso da toxina para este fim. O laboratório afirmou ainda que não há, por ora, comprovação científica do medicamento para esta finalidade.
Varizes, dores e meias
Um trabalho feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – ao acompanhar 10 mulheres – associou o uso constante de sapatos de salto ao desenvolvimento de joanetes e dores no corpo (em médio e longo prazo). Os sintomas doloridos são mais frequentes em quem já tem problemas vasculares e não procura ajuda.
O sapato de salto não vai provocar varizes ou vasinhos. Quem tem estes problemas não precisa parar de usar salto. Deve, sim, procurar o médico para solucioná-los.
Ficar muito tempo sentado, muito tempo em pé, no trabalho e trânsito prejudicam a circulação. Então, além do salto, o ideal seria usar as meias elásticas.
Dicas e alternativas: Enquanto a indústria não encontra uma forma medicamentosa para proteger as mulheres das dores causadas pelos saltos altíssimos e pelos bicos finos – e também enquanto o trânsito e as horas de trabalho não dão trégua: hoje existem opções mais confortáveis como sapatos de plataforma e também os saltos meia pata, que ajudam a compensar a altura do salto e facilitar a vida de quem que usar salto, mas não tem o costume.
Vale ressaltar que é perfeitamente possível estar elegante com calçados baixos como sapatilhas e rasteiras.
segunda-feira, outubro 24, 2011
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